Entre as maiores referências destacadas pela organização do evento estão a escritora Paula Pimenta, Itamar Vieira Júnior, jornalista Nelson Motta falando sobre sua trajetória, além da ampliação dos debates sobre o cangaço com Frederico Pernambucano de Mello e Robério Santos. Sidnei Nogueira também estará presente para palestra e apresentação cultural, junto ao Grupo Abí Axé Egbé.
O Papel da Branquitude no Racismo Brasileiro também será tema debatido na Bienal, com a escritora Lilia Schwarcz, num espaço mediado pelo professor Gian Carlo Melo, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). .A Bienal contará, ainda, com lançamento do livro de receitas Wa Jeun: sabores ancestrais afro-indígenas, de Mãe Neide Oyá d’Oxum, seguido de apresentação musical com a cantora Naná Martins.
As palestras Do quilombo aos atabaques, a estética afro-alagoana, a História de Alagoas por meio do Patrimônio Cultural, estarão presentes, assim como mesas-redondas que terão fortes componentes da cultura local, com História de Alagoas escrita por Mãos Negras, Educação Indígena em Alagoas, e Educação Inclusiva em Alagoas. Na programação, o tema do afundamento dos bairros também não estará presente Há, ainda, debates sobre Direitos Humanos na América Latina, Tecnologias digitais e práticas pedagógicas na Educação Superior, e finalmente a palestra Eu não consigo ler um livro.
Atrações culturais
As atrações cumprem também com o critério da pluralidade, reunindo desde os causos de Jessier Quirino aos espetáculos sobre Jorge de Lima, homenageado do evento. Haverá, ainda, rap, espetáculo teatral sobre Anne Frank, além de apresentações infantis com Flora e Alecrim, e o grupo Cazuadinha.
Toda a programação está disponível no portal: https://bienaldealagoas.com.br/ .